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jueves, 18 de octubre de 2012

Book2Net Brasil - Visita ao show room da Book2Net em São Paulo

Agradecemos a todos os bibliotecários e outros profissionais de todo o Brasil que nos apreciaram na SNBU 2012 de Gramado :-)

Ontem recebemos a visita de alguns bibliotecários e profissionais de digitalização de imagem, experimentaram de perto os scanners no nosso show room em nosso distribuidor exclusivo unidade São Paulo e gostaram muito.

Agende a sua visita você também e conheça de perto a nova tecnologia " single shot " dos scanners de livros modelo Kiosk Advanced A2+ e o entry level modelo Spirit A3+ The Spirit of Digitalization.

Netscan Digital Ltda.
Unidade São Paulo
Calçada das Zínias, 22
Alphaville - SP - CEP 06453-042
Fone: (11) 4195-0559 / Fax: (11) 4191-3933
http://netscandigital.com/



Spirit A3+    /    Kiosk Adv. A2+
Book2 Net Bookscanners, mais informações em => www.book2net.net

lunes, 23 de julio de 2012

Senado aprova projeto que reconhece valor jurídico de documentos digitalizados — Senado Federal - Portal de Notícias

Da Redação
Documentos digitalizados poderão ter o mesmo valor jurídico dos firmados em papel. Matéria neste sentido foi aprovada nesta terça-feira (12) pelo Plenário do Senado e segue para sanção presidencial.
O projeto de lei da Câmara (PLC) 11/2007, da então deputada Angela Guadagnin (PT-SP), assegura a equivalência jurídica, para todos os fins, da cópia em meio eletrônico de um documento em relação ao original firmado em papel, de forma a ser possível destruí-lo, antes de transcorridos os prazos prescricionais, sem perda de valor probatório.
De acordo com o texto, o processo de digitalização deverá “manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil)”. Além disso, as empresas privadas ou os órgãos da administração pública direta ou indireta que utilizarem procedimentos de armazenamento de documentos em meio eletrônico, ótico ou equivalente deverão adotar sistema de indexação que possibilite a sua localização.
Em parecer favorável, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), argumentou que a aprovação do projeto fará com que o país reduza ainda mais a utilização do papel em favor das novas tecnologias, o que representa um avanço para as empresas brasileiras e para o meio ambiente.
- Serão raras as situações em que a manutenção de documentos em papel se fará necessária. A eliminação de toneladas de papel certamente se traduzirá em expressiva reduções de custo para as empresas brasileiras e em benefícios para o meio ambiente -explicou.
O relator destacou a utilização da ICP-Brasil, que já confere integridade, autenticidade e validade jurídica para os documentos gerados e mantidos em meio eletrônico. “Esse sistema permite, por exemplo, que a movimentação de processos no Poder Judiciário seja feita atualmente em formato digital”.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Senado aprova projeto que reconhece valor jurídico de documentos digitalizados — Senado Federal - Portal de Notícias

lunes, 9 de julio de 2012

Book2Net Brazil: Digitalização x Microfilmagem Qual é a melhor solução?

Atualmente, as instituições de memória como o Arquivo Público do Estado de São Paulo utilizam dois métodos de preservação: a microfilmagem e a digitalização. Mas qual desses dois procedimentos seria, afinal, o mais adequado para preservar e difundir o acervo dessas instituições?

Ao analisar cada um desses métodos, o gestor deve considerar analisar três momentos do processo: a captura da imagem, o seu armazenamento e o acesso à cópia produzida. Para decidir que método será empregado, e em que momento, é importante considerar, primeiro, os objetivos do programa de preservação.

Se os encarregados do projeto desejarem uma imagem exatamente igual ao original, precisarão de tecnologia digital. Mas se o objetivo for apenas a facilitação da consulta, a tecnologia de microfilme, já bem estabelecida e madura, será suficiente para a maioria dos materiais impressos.

Quanto à preservação, o microfilme de alta qualidade, se bem armazenado, pode durar até 500 anos. E o seu custo de armazenagem é moderado.

Por outro lado, a qualidade da cópia de um documento em microfilme muitas vezes deixa a desejar. Ao produzir um rolo de microfilme, não é possível graduar a captura de modo a melhorar a imagem, individualmente, de cada página ou mesmo de cada documento fotografado. Por isso, a qualidade da imagem produzida tende a variar muito. A cópia em microfilme também não é uma boa solução para a preservação de imagens coloridas.

Além disso, com o passar do tempo, o custo de mão-de-obra especializada para o processamento do microfilme tende a aumentar.

Mas o maior ponto fraco do microfilme é a dificuldade de acesso e de difusão em larga escala, que pode ser garantida pela digitalização. Com a popularização da Internet, a armazenagem digital garante o acesso rápido à informação pelo público em geral, e termina com a necessidade de deslocamento até o local de consulta. A digitalização abre também a possibilidade de construção de Banco de Dados para procura de informações mais específicas. A melhoria do acesso à coleção arquivística permite economia de custos, que pode ser utilizada na preservação.

Mas a digitalização também tem seus pontos negativos. Tecnologias digitais mudam constantemente. Como garantir que a solução adotada não precise ser trocada mais tarde, para se adaptar a novas tecnologias? As mídias de armazenamento de imagens, como DVD e CD, ainda não demonstraram a mesma durabilidade do filme. Caso essas imagens se percam, será necessário um novo escaneamento – o qual, por sua vez, exporá um original já com problemas de conservação a uma deterioração ainda maior. Atualmente, um sistema de preservação baseado apenas numa das duas tecnologias pode apresentar as seguintes desvantagens:

1. Sistema apenas com microfilmagem
O sistema que utiliza apenas o microfilme não garante gradações de cor ou matiz, a não ser que o filme seja da mais alta qualidade. Além disso, pouca atenção é dispensada, quando se faz um microfilme, à indexação e à criação de processos automatizados de recuperação de informação. Mais tarde, se o filme for digitalizado, novos métodos de acesso precisarão ser criados. Utilizando apenas o microfilme, sem Banco de Dados, é possível identificar, por exemplo, apenas uma publicação, e não os artigos e reportagens; e é impossível trabalhar com palavras-chave. E a difusão em larga escala não é possível.

2. Sistema apenas com digitalização
Nesta solução, existe a necessidade de garantir espaços significativos de armazenagem dos dados digitais produzidos em alta resolução (como os arquivos TIFF). Caso contrário, as tentativas de economia de espaço para cópias podem resultar na produção de imagens apenas em arquivo mais leves, como os de formato JPEG. Estas imagens, porém, tem qualidade inferior à do original, resultando em prejuízos aos objetivos de preservação. Para garantir o armazenamento de imagens mais fiéis (e portanto mais pesadas) é preciso criar soluções de storage em servidores, o que implica em custos mais pesados.

Por tudo isso, um sistema híbrido, que combine as vantagens das duas técnicas, frequentemente é a melhor solução para um programa de preservação nas instituições, e é recomendado por vários especialistas.

A preservação em sistema híbrido pode começar com a microfilmagem, e depois evoluir para a digitalização dos microfilmes. Hoje também existem máquinas que podem fazer as duas coisas simultaneamente – digitalização e microfilmagem. Mas as dificuldades inerentes ao meio continuam: a cada geração de cópias, o microfilme perde cerca de 10% de resolução, e ainda exige espaços físicos de armazenamento.

Já a digitalização em primeiro lugar pode garantir não só uma imagem de boa qualidade, como um microfilme melhor, gerado a partir dessa imagem. Na digitalização, toda cópia é de primeira geração. Por tudo isso, o sistema de escanear primeiro, e depois microfilmar, está se tornando a alternativa mais eficiente, inclusive em termos de custo.

Combinando as duas técnicas, temos uma soma das melhores características de microfilme e digitalização:

   Microfilmes – armazenamento a longo prazo garantido;

  Digitalização – difusão em larga escala das imagens produzidas; habilidade de tratar e melhorar essas imagens.
_______________

Fonte: Willis, Don, Uma abordagem de sistemas híbridos para a preservação de materiais impressos, Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, Rio de Janeiro, 2001, 2º edição.

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Links:
Como Fazer Programas de Reprodução de Documentos de Arquivo v.7 – Esther Caldas Bertoletti - Publicação do Arquivo Público do Estado de São Paulo – Coleção “Como Fazer”

jueves, 28 de junio de 2012

Book2Net Brasil: Qual o futuro das bibliotecas tradicionais?


Por Monique Lopes
10/06/2012

Numa época em que se discute as mudanças da nossa relação com a leitura, ante a gradativa, porém crescente, digitalização de livros e revistas, o Brasil ainda tem uma questão a resolver: o acesso ao livro. O governo federal tem investido na missão de implantar em cada cidade do Brasil uma biblioteca pública. Segundo a Fundação Biblioteca Nacional, atualmente são cerca de 20 municípios sem uma. Dados do Conselho Federal de Biblioteconomia dão conta de que, em 2010, havia no país uma biblioteca pública para cada 33 mil habitantes. É pouco – na Argentina, na mesma época, era uma para cada 17 mil –, mas o empenho em aumentar esse número mostra que o futuro das bibliotecas tradicionais, apesar da atenção cada vez maior dada às virtuais, não é incerto.

Mônica Rizzo, coordenadora do Centro de Referência e Difusão da Biblioteca Nacional (BN), endossa esse discurso: “Eu não consigo visualizar hoje, com todos os meios de que nós dispomos, substitutos ao atendimento que as bibliotecas tradicionais oferecem, o apoio, o acompanhamento à pesquisa. A gente pode substituir o papel pelo digital, mas não pode substituir esse tipo de apoio”, avalia. A BN é a maior biblioteca da América Latina e a sétima maior do mundo, com um acervo de nove milhões de peças, dentre as quais cerca de 25 mil digitalizadas. Ficam de fora dessa conta os fascículos e periódicos, que fazem parte do projeto de uma hemeroteca digital ainda em andamento, esclarece Rizzo. Em 2011, esse acervo digital obteve 20 milhões de acesso. As contas do primeiro semestre de 2012, em aberto, já somam mais de 16 milhões. Ainda assim, a coordenadora afirma que o número de visitas à Biblioteca não têm diminuído em sua totalidade, mas apenas em determinados setores, como, por exemplo, o de referência, onde a biblioteca disponibiliza dicionários, enciclopédias e outras obras de consulta rápida.

“Hoje em dia, é muito fácil você acessar dados básicos, que é o que você costuma consultar num setor de referência, por meio da internet, que nisso tem se capacitado de forma bastante eficaz. Mas não houve um decréscimo expressivo nos últimos anos, porque a quantidade de acervo digitalizado versus acervo não digitalizado é muito grande pro lado do impresso”, diz. A digitalização de obras na Biblioteca Nacional segue um padrão: dá-se prioridade às obras publicadas no Brasil desde o século XIX, às obras raras e aos materiais mais consultados, como forma inclusive de preservar os originais. Além disso, Rizzo explica que não podem ser digitalizadas obras que ainda estejam sob direitos autorais.

Luiz Atílio Vicentini, coordenador do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU), que tem hoje em seu acervo digital cerca de 302 mil e-books, também levanta essa questão: “Nós não podemos pegar qualquer livro, digitalizar e disponibilizar para os alunos. Nesses casos, dependemos das editoras lançarem a obra também em formato e-book”, explica. Segundo Vicentini, as obras mais lançadas nesse formato pelas editoras são da área de exatas, o que faz com que, consequentemente, os estudantes dessa área sejam os que mais procuram pelo acervo digital da Unicamp. O SBU é formado por 27 bibliotecas com um acervo de mais de um milhão de livros. E apesar de não disponibilizar todo o seu acervo em formato digital, oferece hoje a maioria de seus serviços, como reserva de obras e renovação de empréstimo, pela internet. “As bibliotecas precisam se reinventar no atendimento”, afirma Vicentini.

O conceito de biblioteca virtual tem sido bastante disseminado no ambiente universitário. O acervo digital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é disponibilizado aos alunos na forma de cinco bibliotecas virtuais: Biblioteca Virtual de Música, de Ciências Sociais, de Economia, de Estudos Culturais e de Literatura. A Universidade de São Paulo (USP), além das bibliotecas de acesso exclusivo da comunidade universitária, dispõe de outros três portais de acesso livre a revistas, teses e dissertações, e é responsável também pela Brasiliana USP, que conta com um acervo de três mil livros, periódicos e obras de referência para consulta e download. Já a Universidade Estadual Paulista (Unesp) inaugurou em maio deste ano sua Biblioteca Digital, parceria da instituição com o Arquivo Público do Estado de São Paulo, a própria Biblioteca Nacional e a Biblioteca Mário de Andrade, que assim permite acesso não só ao acervo das bibliotecas da Unesp como também a materiais pertencentes a essas instituições públicas.

Nessa corrida tecnológica, as bibliotecas universitárias, segundo Vicentini, têm uma vantagem em relação às públicas: investimento. Adriana Cybele Ferrarri, coordenadora da Unidade de Bibliotecas e Leitura da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e idealizadora da Biblioteca São Paulo (BSP), concorda: “Nas universidades, você não precisa provar para o reitor que a biblioteca é importante. Quando entrei no governo, a área de biblioteca e leitura não estava no mesmo patamar que museus e teatros, por exemplo. Mas, por outro lado, em comparação a seis anos atrás (quando passou a integrar a equipe da Secretaria), estamos vivendo um momento muito especial nessa área, em questão de aporte financeiro”.

A BSP foi inaugurada em fevereiro de 2010 no Parque da Juventude, área em que antes funcionava o Complexo Penitenciário Carandiru. Em 2011, a Biblioteca teve 321 mil visitantes e possui hoje um acervo de cerca de 40 mil obras. Ferrari explica que a intenção não é, mesmo, possuir um acervo gigantesco. Em palestra recente no curso de biblioteconomia da PUC-Campinas, ela tocou num ponto que compete a toda biblioteca, em especial, às bibliotecas públicas tradicionais: o acervo envelhecido. Segundo ela, não adianta dispor de um acervo de milhões de livros “velhos” e que não chamem a atenção do leitor. “Não estou dizendo para por fogo em obra rara”, brinca. “Mas o acervo das bibliotecas públicas raramente recebe uma renovação com títulos atuais”, afirma. No caso das bibliotecas virtuais, a disponibilização de obras da atualidade esbarra, como já mencionado por Rizzo e Vicentini, na questão dos direitos autorais.

A Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, é a segunda maior do país e possui um acervo de 3,3 milhões de itens, entre livros, periódicos, mapas, multimeios e outros materiais, dos quais 200 livros raros e quatro mil imagens e fotografias estão digitalizados e disponíveis na seção "Tesouros da Cidade". Contemplada com o financiamento do Program for Latin American Libraries and Archives, do David Rockfeller Center for Latin Studies da Universidade de Harvard, ela está dando continuidade à digitalização de seu acervo, com a catalogação e disponibilização em base de dados de mais 120 livros da coleção de obras raras e especiais.

Já o Real Gabinete Português de Leitura, biblioteca pública desde 1900, com acervo atual da ordem de 350 mil volumes, não possui livros digitalizados, apenas manuscritos avulsos, códices e Atas dos Colóquios do Polo de Pesquisa sobre Relações Luso-Brasileiras. Mônica Rizzo, da BN, acredita que a digitalização não seja ainda o caminho para todas as bibliotecas. “Principalmente nesse primeiro momento, porque estamos falando de um país que tem ainda muitas disparidades na área de tecnologia. Mas possivelmente num futuro, talvez nos próximos 30 ou 50 anos, a tendência é que a maior parte das coleções em domínio público já esteja disponível em meio digital, o que será muito bom pra todos. Mas as bibliotecas (tradicionais) permanecerão”, reforça. Adriana Ferrari endossa: “Essa ideia de que com a TV o rádio iria acabar, com o cinema o teatro iria acabar e assim por diante já está ultrapassada. Nas bibliotecas, vão existir livros (em papel) e livros digitais”.
Fonte: Com Ciência - SBPC/Labjor

miércoles, 20 de junio de 2012

Escáner Digitalizador de Libros V-Scan Cobra A2+ y A1+ para Libros Delicados y Peculiares | Book Scanners Book2Net

La combinación de la forma de V de la cuna del libro y el vidrio en forma de V mantiene el libro abierto en un no-estresante ángulo de 90 grados para la digitalización de dos cámaras digitales de muy alta resolución.

El book2net V-Scan Cobra no utiliza torneros automatizados de página; un ser humano debe voltear cada página de forma manual ya que las imágenes se están digitalizando.

La Book2net informa que el Cobra V-Scan no daña las páginas como de algunos de los torneros de página automáticos. Si usted tiene un libro delicado y raro que no va a querer un robot automatizado pasando las páginas para usted, usted prefiere un ser humano capacitado para hacer el trabajo, ¿verdad? Esto es especialmente importante cuando las páginas son rígidas y frágiles y no se puede convertir fácilmente cuando se utiliza un dispositivo robótico.

De hecho, los torneros de página robóticos no pueden operar de una manera verdaderamente desatendida. Un operador humano debe ser siempre cercana para manejar los atascos o cualquier situación en la que las páginas no gira bien.

El book2net V-Scan Cobra puede proporcionar cuidado amoroso para el libro que se está escaneando, suponiendo que el operador humano está debidamente capacitado. (La capacitación exige tiempo de pocos minutos.)

El book2net V-Scan Cobra tiene una complejidad mucho menos mecánico que en escáneres de libros con el giro automático de la página, por lo que el mantenimiento es mucho menor. El book2net V-Scan Cobra también usa un ordenador estándar para instalar el software Book Expert y puede escanear más de 1800 páginas por hora.

Se utilizan en los departamentos de libros raros de muchas bibliotecas importantes. El beneficio que book2net tiene una profundidad de 12,7 centímetros de foco que es muy útil para los libros frágiles que no se puede abrir completamente.

Haga clic aquí para más información mail: info@ristech.ca

Distribuidor América Latina

miércoles, 13 de junio de 2012

Colombia - Seminario Internacional “El Patrimonio Documental Digital en Iberoamérica: Políticas, Problemas y Retos para su Preservación” - Archivo General de la Nación

El Archivo General de la Nación –AGN-, realizará el 14 de junio de 2012, el Seminario denominado “EL PATRIMONIO DOCUMENTAL DIGITAL EN IBEROAMÉRICA: POLÍTICAS, PROBLEMAS Y RETOS PARA SU PRESERVACIÓN”, que tendrá lugar en el Auditorio Virgilio Barco Vargas, del AGN.
El seminario busca compartir los conocimientos y las experiencias de los países integrantes de la Asociación Latinoamericana de Archivos -ALA-, y del Comité de Iberoarchivos Programa-ADAI-, relacionados con la gestión, preservación y acceso de los archivos en soportes diferentes al papel, las políticas internacionales sobre esta temática, sus ventajas y desventajas, entre otros.

El evento está dirigido a servidores públicos de nivel directivo, profesionales con conocimientos en archivística y experiencia en gestión documental. Mayor información comuníquese con el Grupo de Capacitación del SNA al teléfono 3282888 Ext. 250 - 276.

Ficha Técnica del Seminario

Artículo: Seminario Internacional “El Patrimonio Documental Digital en Iberoamérica: Políticas, Problemas y Retos para su Preservación” - Archivo General de la Nación

martes, 12 de junio de 2012

Ainda usando Fotocopiadoras? Tenha o scanner de livros da book2net!







Ainda usando Fotocopiadoras? Tenha o scanner de livros da book2net!



















Veja o video- vantagens do scanner de llivros sobre as fotocopiadoras





Fotocopiadoras vs. Scanner de Livros




Fotocopiadoras Scanner de livros da book2net



Copia
/ Scanner
Captura de cabeça pra baixo.

A coluna do livro pode ser esmagada
Captura com a face do livro para cima - basta colocar gentilmente o livro na mesa


Virando a página Você precisa desvirar o livro no vidro - virar a página e colocá-la de volta sobre ele. Basta virar a página e ir em frente com a digitalização



Copia/Scan Média 8
segundos

1000 copias ->  2,30 h
1 segundo por digitalização

1000 digitalizações -> 50 minutos



Tipos de documentos Atualmente
feito para uma única folha e tamanhos A4 - A3

Livros,
jornais, revistas, documentos delimitadas até A2



Copyright Regulamentos Sem controle de
copyright


Aceitação de copyright


e opção de marca d'água

Profundidade de foco Sem profundidade de foco




3-5 pol. profundidade de foco para um perfeito resultado na
digitalização, mesmo na curva de livro, não
importa quão espesso o livro é. 




Manutenção
Média de 1200USD /ano

Livre de manutenção


Suporte obrigatório Realimentação de papel, limpeza, troca de toner Ligue o scanner e começe a digitalizar




Consumo de energia Operação:1800W 


Em espera: 300-450 W
68 W em pleno funcionamento






Resultados


  • Frequentes listras pretas
  • Fora de foco no meio 
  • Desperdício de toner e gastos desnecessários
  • Cópia em papel, não mais possível o tratamento da imagem.

  • Um resultado perfeito sem listras pretas, não importa a espessura do livro.
  • Cópia com cores verdadeiras

  • Arquivo digital possibilita posteriormente o tratamento da imagem.





Tecnologia limpa e verde com melhor qualidade a custos mínimos.









Um scanner de livros economiza mais de 95% dos custos operacionais em comparação com uma fotocopiadora regular
 Veja aqui o cálculo total




book2net têm mais de 500 scanners de livros instalados em todo o mundo

dê uma olhada no que outras bibliotecas escreveram sobre nosso scanner de livros (materia em inglês)

Biblioteca do Congresso MoMu
Fashion Museu Antwerp
Universidade Dalhousie Unsiversidade Northeastern
Unsiversidade
News
Universidade Gutenberg
em Mainz




  Sinta-se a vontade para contactar-nos se você tiver alguma dúvida


Netscan Digital Brasil.

Tel (11) 4195-0559
BrasilDistribuidor Oficial
eMail mail@book2net.net
URL www.netscandigital.com.br

www.book2net.net










book2net

Decreto regulamenta programa Um Computador por Aluno | Brasil | Agência Brasil

Christina Machado - Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Diário Oficial da União publica hoje (11) decreto que regulamenta o programa Um Computador por Aluno (Procura) e o Regime Especial de Incentivo a Computadores para Uso Educacional (Reicomp), que suspende a incidência de alguns tributos, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), sobre o computador a ser comprado e suas matérias-primas.
O objetivo do Procura é promover a inclusão digital nas escolas das redes públicas de ensino federal, estadual, distrital, municipal e nas escolas sem fins lucrativos de atendimento a pessoas com deficiência. O decreto substitui a Medida Provisória 563, publicada em abril.
No Reicomp terão prioridade as soluções de software livre e de código aberto, sem custos de licenças, conforme as diretrizes das políticas educacionais do Ministério da Educação.
A medida é ato conjunto dos ministérios da Educação e da Fazenda, mas poderá ser alterada pelos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de portaria, sempre que fatores técnicos ou econômicos o determinem.

Edição: Graça Adjuto
Fonte:
Decreto regulamenta programa Um Computador por Aluno | Agência Brasil

miércoles, 30 de mayo de 2012

Facilitar acesso é maior benefício de livros digitais

A presidente Dilma já disse ser adepta aos livros eletrônicos; no metrô, eles começam a aparecer aqui e ali, dividindo espaço com os tradicionais de papel; portais têm disponibilizado possibilidades de download gratuito de obras clássicas. Enquanto o Brasil vai aderindo apenas lentamente à prática dos e-books, a Microsoft anunciou parceria multimilionária com a Barnes & Nobles, maior livraria de varejo dos EUA, para entrar de cabeça nesse mercado.
Um aplicativo presente no sistema operacional Windows 8 dará acesso a uma plataforma com o acervo digital da livraria, que tem mais de 2,5 milhões de títulos, boa parte a menos de US$ 10. Os livros podem ser comprados ou até alugados, como em bibliotecas. “O investimento da Microsoft na Newco e a nossa vontade de levar tecnologias digitais de leitura e conteúdo para a plataforma Windows vai permitir que expandamos o negócio a milhões de usuários”, disse William Lynch, CEO da Barnes & Noble ao anunciar a parceria.
O aplicativo será acessível via Nook, leitor digital lançado pela livraria em 2009, celulares, PCs e Macs. Os executivos da Barnes & Nobles e da Microsoft acreditam – e os US$ 300 milhões investidos são prova disso – que a iniciativa tem potencial para impactar alunos de todo o mundo. “A mudança para o mundo digital está colocando as livrarias na palma da mão dos leitores. E esse é o início de uma relação que vai influenciar na forma como as pessoas leem e interagem com os conteúdos”, afirmou Andy Lees, presidente da Microsoft. “Nós vamos acelerar a inovação no mercado de leitura digital porque permitiremos que as pessoas não apenas leiam as histórias, mas façam parte dela”, completou.
O Nook ainda não é vendido no Brasil e nem todos os livros digitais disponíveis nas livrarias são compatíveis com o modelo. Por aqui, o mercado é dominado pelo iPad, da Apple, e pelo Kindle, da Amazon.
No Brasil
Mas, apesar dos ventos que sopram a favor dos livros digitais nos EUA, o efeito que o uso da ferramenta pode trazer ao aprendizado não é ponto pacífico no Brasil. Se, por um lado, o livro digital pode produzir encantamento entre os alunos e estimular a leitura dos estudantes, por outro, pode distraí-los. Se ele é portátil e ecologicamente correto, é também uma ferramenta cara para o bolso dos pais. Diante de tantas perspectivas de encarar o assunto, pesquisadores ouvidos pelo Porvir concordam em pelo menos um ponto: iniciativas como a da Microsoft podem facilitar o acesso às obras.
“Permitir o acesso é transformador. Você consegue dar chance de conhecer um livro a quem não tinha”, diz Betina von Staa, pesquisadora em tecnologias educacionais. Para a especialista, o Brasil pode se beneficiar com a difusão dos e-books porque é logisticamente complicado transportar livros entre os estados. “O Brasil tem dimensões continentais. É caro e difícil levar livros para o interior. Com os livros digitais, isso fica mais fácil”, afirma.
Staa ressalta ainda que o desenvolvimento de tecnologias sempre traz vantagens, uma vez que permite a associação de ferramentas, o que acaba também aumentando o alcance de iniciativas. A especialista afirma, por exemplo, que poderia ser muito proveitoso para os alunos se o aplicativo que dá acesso ao acervo da Barnes & Nobles estivesse dentro do ambiente on-line das escolas.
No quesito acesso, Rodolfo Araújo, especialista em tecnologia da informação, entende como positiva a possibilidade de alugar títulos que a Newsco oferece, mas é cético quanto ao impacto da disseminação dos livros digitais entre os alunos. “Pode até haver mais livros, mas isso não significa que haverá mais gente lendo”, afirma.
Para Araújo, e-books são apenas uma ferramenta e adotá-los não é garantia de nenhuma melhoria no ensino. “Só trocar o livro de papel pelo digital é trocar seis por meia dúzia. As inovações de verdade estão no modelo, e não na ferramenta”, afirma o especialista, que dará a palestra Aprender a Ensinar ou Ensinar a Aprender em fórum sobre tecnologias no ensino na Educar Educador, evento que ocorre em São Paulo entre os dias 16 e 19 de maio.
Araújo adverte ainda para o fator concentração, que costuma ser problemático nos livros digitais, uma vez que o leitor tem várias distrações ao alcance dos olhos. “Para pesquisa, a leitura digital é ótima. Mas para estudar mesmo, o papel é sempre melhor.”
A Apple e a Amazon parecem discordar da afirmação e pretendem investir no mercado brasileiro de livros digitais.

Fontes: Portal Aprendiz UOL
Facilitar acesso é maior benefício de livros digitais - Revista TIC

martes, 29 de mayo de 2012

Comissão libera cópia integral de livros, CDs e DVDs e criminaliza plágio - 24/05/2012 - Folha.com - Ilustrada

A comissão de juristas que discute a reforma do Código Penal no Senado aprovou nesta quinta-feira (24) a liberação de cópias integrais de livros, CDs e DVDs, desde que para uso próprio e sem fins comerciais.
Hoje, a reprodução parcial já é autorizada, em porcentagens que variam conforme a mídia copiada. Caso a sugestão dos juristas seja acatada pelo Congresso, as cópias completas serão liberadas sem que seja caracterizado crime.

Rodrigo Baleia-3.dez.07/Folhapress
Destruição simbólica de CDs e DVDs piratas promovida por instituições em 2007, em São Paulo
Destruição simbólica de CDs e DVDs piratas promovida por instituições em 2007, em São Paulo

Para isso, a cópia deve única, feita a partir de uma obra original e ser de uso privado e exclusivo de quem faz a reprodução, sem que exista o objetivo de lucro.
A proposta, com as demais votadas anteriormente e as que ainda serão debatidas, devem ser entregues para votação até o final de junho. Apenas após a aprovação no Senado e na Câmara e sanção presidencial o texto passa a valer.

PLÁGIO INTELECTUAL
A comissão aprovou ainda a criação de um crime específico que penaliza o plágio intelectual, cujo exemplo mais comum é a cópia de trabalhos acadêmicos.
Atualmente, esse tipo de plágio --em que uma pessoa se apropria da produção alheia como sua, sem fins comerciais -- é considerado uma das violações ao direito autoral. A pena prevista é prisão de 6 meses a um ano, mas na prática é muito raro que isso aconteça.
Pelo texto aprovado pelos juristas, quem "apresentar, utilizar ou reivindicar publicamente como própria obra ou trabalho intelectual de outra pessoa, no todo ou em parte", pode ter que cumprir pena de seis meses a dois anos de prisão.

Folha.com - Ilustrada - Comissão libera cópia integral de livros, CDs e DVDs e criminaliza plágio - 24/05/2012

lunes, 28 de mayo de 2012

Regra do MEC pode estimular demanda por e-book nas universidades

Instituições de ensino são autorizadas a ter parte do acervo das bibliotecas em formato digital

Uma mudança nas exigências do Ministério da Educação (MEC) poderá impulsionar a demanda por conteúdo eletrônico nas bibliotecas universitárias. No mais recente instrumento de avaliação de cursos de graduação, datado de fevereiro de 2012, o MEC passou a permitir que as bibliotecas das instituições de ensino superior tenham parte do acervo de bibliografia básica, exigida nos cursos, em formato digital. Antes, toda a bibliografia básica deveria estar disponível fisicamente, em quantidade de exemplares proporcional ao número de alunos. O ministério já permitia que a bibliografia complementar fosse toda digital. 


Leia a matéria:
Regra do MEC pode estimular demanda por e-book nas universidades | Publishnews | Notícias